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Febre Amarela: Sintomas, Contágio, Prevenção e Tratamento

Febre Amarela: Sintomas, Contágio, Prevenção e Tratamento
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Com evolução na África, infectando humanos e outros primatas, a febre amarela é conhecido em todo o mundo há muito tempo.

Seus primeiros grandes surtos  de febre datam do século XVIII na América do Norte onde houveram milhares de mortos.

A doença também se alastrou pela Europa, Ásia e pelo restante da América.

Um surto do que foi possivelmente a Febre Amarela ocorreu no México durante o século XVII, ela foi chamada na época pelos nativos de xekik com tradução por “vômito de sangue” ou “vômito negro” dependendo da leitura.

Crê-se que chegou ao Brasil pelo tráfico negreiro.

Atualmente não há epidemias tão grandes. Apesar disso, ainda é potencialmente temível e merece atenção.

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Febre Amarela – Sintomas, Contágio, Prevenção e Tratamento

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Sintomas do primeiro estágio da Febre Amarela

  • Calafrios
  • Febre
  • Falta de apetite
  • Enjoos
  • Dores musculares que se agravam nas costas

 

Os sintomas do primeiro estágio da doença costumam passar num período de 5 dias.

Um dia após a melhora, estima-se que 15% dos doentes alcança um estágio mais grave onde começa a se danificar o fígado gerando problemas como:

  • Dor abdominal
  • Icterícia que traz a coloração amarelada da pele, explicando, assim, o nome vulgar da virose.
  • Sangramento bucal e dos olhos.
  • Vômitos contendo sangue. Compreendendo por este, o nome dado pelo povo do México.
  • 3% de 20% dos casos em que se chega na segunda fase da doença acabam resultando em óbito.

 

Contágio da Febre Amarela

O vírus encontrou seus vetores nos mosquitos Aedes Aegypti (Que também transmite doenças como Dengue, Chikungunya e Zika)  e Aedes Albopictus.

As fêmeas de ambos os mosquitos contraem o vírus quando vão assimilar o sangue de algum animal previamente contaminado.

Depois que sofre a contaminação, passará o vírus diretamente na corrente sanguínea da próxima presa e assim por diante.

Não é possível uma transmissão de pessoa para pessoa, mãe para filho ou sexual.

 

Prevenção da Doença

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Já que a doença se prolifera com o contágio através da picada de mosquitos específicos, o combate a formação de criadouros não deixando água parada é fundamental e ajuda em áreas de epidemia.

Além do cuidado com a reprodução dos mosquitos Aedes há uma vacina para se tomar. E

la tem efeito depois de 10 dias da aplicação e perdura por 10 anos mínimos.

 

Tratamento

Uma vez infectado, o indivíduo não tem possibilidade de dar fim a doença. O tratamento é sintomático.

Controla-se a saúde com remédios que regulam a temperatura, cuidam do trato gastrointestinal, a icterícia e demais complicações.

Na maioria dos casos resolve a situação e não permanecem sequelas graves ao fígado.

ATUALIZADO: 18.01.17 (INFOGRÁFICO)

 

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