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Linfoma não Hodgkin Tem Cura?

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Linfoma de Hodgkin foi descoberto pelo médico Thomas Hodgkin no ano de 1832. Ele verificou o surgimento de nódulos nos gânglios linfáticos.

Com o avanço dos estudos, descobriu-se que os nódulos eram um tipo de câncer hematológico que se forma com a transformação dos linfócitos do tipo B em células cancerígenas malignas.

A doença foi batizada em nome ao médico que a descobriu.

Porém, foram verificados nódulos da alteração de células linfáticas em áreas e tipos de linfócitos diferentes da doença de Hodgkin.

Não deixando de dar crédito ao inglês, batizou-se de Linfoma não Hodgkin todos esses outros 60 casos.

Por abranger linfócitos do tipo B ou T e não ficarem restritos aos gânglios linfáticos, os casos de não Hodgkin ocorrem em maior quantidade se comparados ao outro.

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Linfoma não Hodgkin Tem Cura?

Da mesma forma que o Linfoma de Hodgkin conquista hoje 80% de cura, o Linfoma não Hodgkin consegue esse percentual.

Aquilo que vai determinar a possibilidade de cura é a agressividade da expansão do câncer.

Métodos de tratamento do Linfoma não Hodgkin

Os métodos de tratamento se adequam ao tipo de câncer atribuído ao paciente. Eles podem ser feitos isoladamente, mas, também, simultaneamente.

Radioterapia

A radioterapia é ao bombardeamento do local onde se encontra o nódulo com radiação.

A intencionalidade desse tratamento é levar as células cancerígenas à morte interrompendo o seu crescimento e causando o seu desaparecimento completo.

Esta opção de tratamento é menos utilizada por seus efeitos colaterais e por não ser realmente necessária na maioria dos casos.

Imunoterapia

A ideia da imunoterapia é a utilização das células imunológicas para que ataquem e acabem com as cancerígenas.

Esse tratamento é vitorioso em alguns casos, mas não em todos. De qualquer modo, é uma alternativa promissora e significativa.

Quimioterapia

A quimioterapia é feita com dosagens diárias de drogas voltadas para o tratamento de um câncer específico.

A aplicação pode ser feita diretamente na veia ou por via oral.

A forma como acontece o decorrer da quimioterapia varia de acordo com o paciente e com o médico que o está tratando.

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