Dicas de Saúde

O Que é HIV1 e HIV2 [AQUI TUDO SOBRE]

Vírus é Vírus! E Dois Juntos, Atenção Dobrada!  

Apesar de terem a mesma ação no organismo humano, principalmente para quem for uma pessoa soropositiva ou preocupada com a saúde, é importante saber o que é HIV1 e HIV2.

Mesmo com todos os alertas e informações maciças nas mídias sociais com artigos elucidativos sobre este tema de interesse de todos, ainda temos a disseminação do vírus por falta de pequenos cuidados entre a população mundial.

Se ocorreu alguma atitude duvidosa em relação ao contato com o vírus HIV, o mais sensato é procurar o Centro de Testagem Anônima e solicitar o teste rápido.

Qual a Diferença entre o HIV1 e HIV2?

O Que é HIV1 e HIV2

O Que é HIV1 e HIV2? Qual diferença entre eles?

Vírus distintos que compartilham algumas semelhanças (HIV 1 e  HIV 2). Da engrenagem básica de genes (RNA), do modo de transmissão, da replicação intracelular e as consequentes síndromes clínicas em seu desenvolvimento, chegam à SIDA – Síndrome da Imunidade Adquirida, conhecida por todos como AIDS, com o avanço da doença.

Apesar de serem muitos similares no modo de transmissão e seus efeitos clínicos que conduzem à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), o HIV 2 é menos provável que progrida para o diagnóstico de AIDS.

Os pacientes contaminados com HIV 2 irão permanecer durante um longo período sem ter progressão na doença. Já os pacientes pelo HIV 1 mais rapidamente vem a prevalência de AIDS.

O Que é HIV1 e HIV2 nas Cargas Virais?

Embora o processo patológico seja parecido, não é igual. Assim a contagem dos linfócitos T CD4 (células do sistema de defesa) no HIV 2 é mais alta. As infecções do HIV 2 são caracterizadas por baixas cargas virais (quantidade do vírus HIV no sangue).

Pessoas vivendo com HIV 2 estarão mais protegidas para a progressão da doença. O que se estuda é que se esta resposta imune do corpo puder ser replicada, poderá ser também utilizada para atrasar o avanço da doença em pacientes contaminados com o HIV 1.

A carga viral no plasma do HIV 1 são maiores em relação a do HIV 2. A ativação viral no sistema imunológico no caso do HIV 1 é maior do que a do HIV 2.

Estudos ganham força no universo científico que incessantemente busca a cura da AIDS ou vacinas preventivas que possam evitar a doença. Em conseqüência irá aumentar as taxas de sobrevivência e redução da dependência na terapia dos antirretrovirais, que possuem lá suas mazelas.

Formas de Transmissão do HIV 1 e HIV 2

Para entender melhor o que é o HIV1 e o HIV2 conheça as principais formas de transmissão do HIV, que ambos os vírus percorrem iguais caminhos independente de ser HIV 1 ou HIV 2.

Formas de Transmissão do HIV1 e HIV2

Sexual

A principal forma de exposição em todo o mundo é a sexual. A Organização Mundial de Saúde – OMS considera a transmissão heterossexual nas relações sem uso de preservativo, a principal forma de adquirir o vírus. Nos países mais desenvolvidos aumenta o número de casos por relações homossexuais.

Fatores que fazem aumentar o risco de transmissão do HIV numa relação heterossexual: viremia alta (quantidade de vírus no sangue), quando a imunodeficiência está avançada, relação anal receptiva, relação sexual junto com a menstruação e a presença de outras doenças sexualmente transmissíveis. Mais do que provado que cancro mole, sífilis e herpes genital aumentam consideravelmente o risco de transmissão do HIV.

Sanguínea

O uso de drogas injetáveis é um meio muito eficaz de transmissão do HIV pelo compartilhamento de seringas e agulhas.

Ainda pode ocorrer algum tipo de transmissão pela transfusão de sangue, quando não houver controle da qualidade do sangue utilizado.

Vertical

A transmissão vertical durante a gestação, parto ou aleitamento materno cresce. A transmissão intra uterina é possível também em qualquer fase da gravidez. O risco de transmissão do HIV da mãe para o filho pode ser reduzido com medicamento para mãe e para o filho ao nascer por um bom tempo. O leite materno deve ser evitado e substituído por leite artificial ou nos bancos de leite.

Ocupacional

Esse tipo de transmissão ocorre quando profissionais da área de saúde sofrem ferimentos com instrumentos pérfuro cortantes contaminados com sangue de pacientes portadores do HIV. O risco embora seja mínimo, não deve ser descartado.

Não se pega o vírus pelo beijo, urina, lágrimas, picadas de inseto, ou instalações sanitárias. Mas esquecer da assepsia é uma atitude nada inteligente.

Nunca é demais ter cuidados com o corpo e com as mãos. Quando se fala em saúde não é apenas o HIV a palavra de ordem. Existem inúmeras doenças que são transmitidas pela ausência de cuidados básicos.

Não Importa Quantos HIV’s Possam Surgir, o Que Vale é o Bom Combate!

O Que é HIV1 e HIV2?

O HIV 1 possui uma classificação de 4 grupos, sendo o principal o grupo M que possui subtipos ( A, B, C, D, E, F, G, H, J e K ).  Existem também o grupo N, o grupo O discrepante, o grupo P e os CRF (formas recombinantes circulantes) que ficam evidenciados os truques do HIV que deixam cientistas de cabelo em pé, pois esses vírus são capciosos e ardilosos.

Repensar estratégias de combate à doença e estar sempre atento à sensibilidade dos testes diagnósticos, às atividades de anti retrovirais diante dessas cepas geneticamente diferentes é interesse de todos.

A cepa do HIV 1 (grupo de compartilhamentos de semelhanças morfológicas e fisiológicas do vírus na recombinação e formação de outros vírus, proveniente de sua mutação) é conhecida mundialmente, enquanto a do HIV 2 é mais recente e mais comum na África Ocidental.

No HIV 1 tudo é mais rápido e derruba o sistema imunológico. Já o HIV 2 alguns infectados não tem progressão ao longo da vida, a não ser que surja uma doença oportunista,  mais ‘esperta’, que venha a acelerar o processo.

Diante dessas semelhanças e diferenças entre HIV 1 e HIV 2 as pesquisas retrovirais avançam na diferenciação de medicamentos para pessoas infectadas.  Aumenta a vida útil das pessoas já que existem medicamentos específicos para cada tipo de vírus HIV 1 e HIV 2.

Resultados do HIV 1 e HIV 2 Que Fazem a Diferença no Tratamento

Após o resultado reativo para a triagem do HIV, o que se recomenda é a confirmação com outras técnicas, que não deixem dúvidas e consiga com exatidão classificar o vírus do HIV. O mais comum, que tem mostrado plena eficiência é o Imunoblot do INNO-LIA HIV 1 e HIV 2.

Este como outros testes possuem proteínas que recombinam e peptídeos sintéticos (agentes terapêuticos) do HIV 1 e HIV 2. Com isso detectam a soroconversão (é quando a pessoa se torna reagente para o HIV e quando sai do status de negativo para o status positivo para o HIV) oferecendo menos resultados indeterminados.

Reduz a necessidade de outros testes repetidos para confirmar a reação positiva e garantir a diferenciação das infecções por HIV 1 e HIV 2, permitindo o tratamento de acordo com sua sorologia (estudo científico do soro sanguíneo e de suas qualidades inerentes).

Estes testes deverão ser feitos na fase de soroconversão precoce, antes do início do tratamento e se ter um entendimento sobre o que é o HIV1 e HIV2.

HIV1 e HIV 2 até Vivem em Harmonia

Embora não represente um risco à população até porque uma pequena parcela foi infectada, ele pode significar um risco extra a mais para quem já possui o HIV 1 . Os dois atingem o sistema imunológico, assim o sistema fica bombardeado por dois agentes.

Como os vírus convivem em sintonia e acabam se multiplicando simultaneamente no organismo, o contágio, que é chamado de infecção conjunta ou superinfeccão ocorre também com os subtipos do HIV 1 classificados com letras A e H ( no Brasil os subtipos mais comuns são o B, C e o F).

Mais uma vez os infectologistas recomendam e são unânimes nesse conceito e no alerta: a prevenção com camisinha deve ser usada pelos soropisitivos mesmo em relações com outras pessoas soropositivas.

Informação é a maior riqueza para quem tem HIV 1 ou HIV 2

Teste Rápido HIV – 1/2 (Vídeo)

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